Entre Fenômenos e Existências

Psicologia Fenomenológica

Ponto de Partida

Meu nome é Ana Carolina, nascida e crescida na cidade de Atibaia-SP, cidade a qual eu tenho muito gosto. Sou graduada desde 2018 pela UNIFAAT (Centro Universitário Faculdades Atibaia) e pós-graduada pela mesma instituição em Psicopedagogia e desde a minha formação atuo na área clínica na abordagem fenomenológica-existencial.

Durante esses anos, além dos atendimentos clínicos realizei palestras, rodas de conversas e grupos de estudos, voltados para o bem-estar emocional, psicológico e de auto estima, bem como à melhor compreensão da fenomenologia enquanto teoria e enquanto prática.

O projeto “Entre Fenômenos e Existências” iniciou neste ano de 2025 após muitas tentativas de encontrar um caminho que fizesse sentido para mim. A junção da lâmpada com a planta nada mais são do que o interesse que tenho, desde o início, em transformar a fenomenologia em uma abordagem de fácil entendimento e aplicabilidade na clínica. É a união entre o conhecimento que se acende e a prática que nasce e cresce no dia a dia, a partir do conhecimento.

Atualmente, também ministro aulas sobre a teoria da Fenomenologia, bem como supervisiono casos clínicos em Psicodiagnóstico na mesma abordagem. Sou responsável também pelo acompanhamento e orientação dos Trabalhos de Conclusão de Curso no mesmo Centro Universitário que me formei. Inclusive, deixo aqui uma curiosidade sobre mim: sou formada em Letras há 11 anos, trabalho também em uma escola estadual e gosto bastante de revisar e formatar textos.

Além dos atendimentos clínicos psicológicos, ofereço supervisão para outros profissionais da nossa área. Caso queira me enviar alguma mensagem ou buscar meus serviços, fique à vontade. O meu contato é o 11 9.9606-8535. Aproveite e me siga no Instagram pelo @entre.fenomenos.

Um abraço sincero, Ana

Logo do Projeto Entre Fenômenos
Logo do Entre Fenômenos

Entre Fenômenos e Existências

Com início em 12 de março de 2025, o “Entre Fenômenos e Existências” surgiu após muitos desencontros de caminhos da minha trajetória na Psicologia. Foram muitos pensamentos e sentimentos para encontrar um nicho e uma direção. Mas tenho percebido que a vida vai sempre dando um jeitinho de encaixar as coisas.

Por isso, a missão desse projeto é aproximar teoria e prática da Fenomenologia. Sempre achei a fenô muito filosófica e teórica, e sei que não sou e nem serei a única e última. Isso acaba dificultando a sua aplicabilidade tanto na compreensão do outro ao nosso lado quanto na execução da prática clínica. E é a partir dessa inquietação que o “Entre Fenômenos e Existências”, apelidado carinhosamente por mim de EFE, surgiu.

A visão deseja expansão para que mais psicólogos da fenomenologia se sintam confiantes, sustentados e tocados pela beleza e aplicabilidade dessa abordagem. Por meio de aulas, grupos de estudo, supervisões e textos, busco criar pontes entre o pensamento fenomenológico e os desafios da prática clínica real. Os símbolos do EFE também traduzem essa visão. A lâmpada azul representa a consciência que se acende, o momento em que algo emerge do vivido e se torna possibilidade. A planta, em marrom, representa a concretização — o cuidado diário, a germinação única de cada um, o ritmo próprio do existir.

Os valores estão conectados com o modo como compreendemos o humano: Ética: como fundamento de toda prática responsável Respeito: à singularidade de cada sujeito e de cada jornada Escuta sensível: que acolhe o que é dito e o que se revela no silêncio e no corpo Sigilo: como compromisso com o espaço seguro e confiável Didática acessível: porque todo saber profundo pode (e deve) ser compartilhado com clareza.

Assim, desejo, de forma muito carinhosa e próxima, que você possa encontrar aqui um espaço também seu e para o seu crescimento e expansão. Que aqui seja um lugar de pausa e pouso para que possa continuar no desenvolvimento da sua prática clínica. Como um pássaro que, antes de continuar sua jornada, bica um alimento ou descansa suas asas em um parapeito.

Você é muito bem-vind@ neste lugar!

Com carinho, Ana

Metáfora da Areia e do Fenômeno

Fenomenologia Existencial-Humanista

Afinal, o que é a fenomenologia?

A fenomenologia começou como um método por Husserl, que tinha a intenção de se contrapor ao método racionalista de Descarte. A preocupação da fenô não é explicar, mas descrever, mostrando assim que não há uma única verdade para cada fenômeno, mas sim a forma como o ser experiencia os acontecimentos.

"O termo fenomenologia significa estudo dos fenômenos [...], buscando explorá-lo". (Silva, Lopes e Diniz, 2008, p. 255)

E o que vem a ser o "fenômeno"?

Fenômeno é toda e qualquer situação que podemos querer falar e explorar como, por exemplo, um medo, uma relação familiar ou até mesmo um objeto que a pessoa tenha relação.

Essa exploração fará com que a pessoa saiba cada vez mais sobre aquela ideia que ela está trazendo para a luz.

Bibliografia usada no texto

SILVA, J. M. de O e.; LOPES, R. L. M.; DINIZ, N. M. F. Fenomenologia. In Rev. Bras. Enferm. 61 (2). 2008.

Ana Carolina ministrando uma aula

Meus Serviços

Caso se interesse em fazer terapia comigo ou busca por supervisão de casos clínicos, me contate pelo 11 9.9606-8535.

Você também pode conhecer mais de mim e do meu trabalho pelo @entre.fenomenos.

Já se desejar palestras ou rodas de conversa, envie uma mensagem para mim pelo número acima.

E não deixe de me acompanhar para que possa fazer parte do nosso crescimento por aqui.

Xícara de chá sobre uma mesa de madeira

Produções, Literatura e Calma

Um espaço para minhas produções pessoais, reflexões sobre livros que leio e para ficar sem pressa

Espaço para reflexões sobre os livros que leio

Espaço para ficar sem pressa

O enlutado que não corre

Seja o paciente enlutado ou seja o paciente que sofre, se ele se utilizar das sessões apenas com choros, nós o deixamos chorar. Nos acompanhamos e acolhemos o choro.

Vamos lembrar que a clínica fenomenológica caminha na contramão da pressa. Caminha na contramão da cultura que não possui a paciência e o acolhimento necessários para escutar o outro em sua dor.

Não é incomum escutarmos frases como: "não tenho tempo para chorar" ou "chora, mas trabalha" ou "mas você ainda não superou isso? Não acha que já passou da hora?". Como se o luto e a dor tivessem hora de ir embora, de durar.

Por isso, permitimos que as sessões sejam o espaço da liberdade do paciente. Ali ele pode se encontrar com o que a sociedade, a família, os amigos e a cultura não permitem ou não dão conta de lidar.

A superação de um luto ou de um sofrimento não caminham no tempo cronológico, que é racional e lógico; mas no psicológico. Ou por que iríamos querer até mesmo na clínica que o paciente tenha pressa? Até porque, a dificuldade pode ser do profissional. E aí demanda estudo e terapia pessoal.

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